Espaço para o cuidado das crianças foi garantido durante a 17ª Jornada de Agroecologia

Enquanto os adultos participavam dos espaços de formação e debate, atividades lúdicas foram promovidas na ciranda infantil

Por Solange Engelmann

Enquanto mães e pais participavam das atividades gerais da 17ª Jornada de Agroecologia, as crianças tiveram acesso a atividades lúdicas e pedagógicas na Ciranda Infantil. O espaço funcionou durante os quatro dias de jornada, das 8h às 18h, com contação de histórias, cantigas de roda, pintura e confecção de colares.

“Ficar na ciranda é bem legal. A gente faz atividade de recorte, pintura, brincadeiras e conhecemos novos amigos”, disse o sem terrinha Marcos Boruck, 8 anos, do Assentamento Paraná, no município de Bituruna.

Segundo a educadora do setor de educação do MST Tatiane da Silva, do Assentamento Nova Itaúna, em Manoel Ribas, para que as mães e os pais pudessem participar das atividades e trabalhar com segurança, eles precisavam ter a certeza de que os seus filhos estavam sendo bem cuidados.

“A ciranda é o local onde as crianças se encontram em segurança. Geralmente, a mulher não participa porque não pode levar seu filho. No movimento, a gente tem trabalhado nisso exatamente para garantir a participação das companheiras nas atividades”, explica Tatiane.

Ainda de acordo com a educadora, a ciranda é um espaço rico de troca de experiência, além de ser o local de cuidado. “É um espaço de muita interação. É muito bonito ver uma criança do norte, brincando com uma criança da região sul, com sotaques diferentes e trocas de experiências”, conta Tatiane.

Neste ano, a Ciranda Infantil da 17ª Jornada de Agroecologia assistiu 22 crianças de várias regiões do estado.

Fotos: Coletivo de Comunicação da ELAA


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