Lançado na 18° Jornada de Agroecologia do Paraná, livro “Sem terra em cartaz” tem como base o resgate visual do MST

Material também recupera cartazes políticos de outros movimentos que lutam pela terra no Brasil, desde meados dos anos 1980 aos dias atuais

*Cobertura universitária. Por Jéssica Blaine (UFPR), com orientação de Profº Toni André Scharlau Vieira

Retratar a trajetória da luta pela terra no Brasil é o principal objetivo da obra que foi lançada durante a programação deste sábado (31), pela Editora Expressão Popular. Com ricas imagens que produzem um resgate histórico dos povos indígenas, de Canudos e das Romarias, o livro busca criar uma interação com o leitor, relembrando momentos cruciais para o fortalecimento da renúncia e reivindicação pela terra brasileira.

Valter de Jesus Leite, coordenador do Setor de Educação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Paraná  (MST), presente durante o lançamento, falou com toda a alegria: Para nós, é um precioso documento histórico”

Isso porque o livro apresenta desde o primórdio até os dias atuais, retratando as lutas e vitórias agrárias, que em sua maioria, são desconhecidas por grande parte dos brasileiros.

Além de Valter, o lançamento contou com a presença de Edgar Jorge Kölling, um dos principais organizadores do livro, também muito presente na formulação da obra.

O livro está custando R$100,00 nas livrarias e na plataforma da Expressão Popular na internet, mas na Jornada a Editora fez um “precinho camarada” para o leitor, dando 50% de desconto na obra. E para aqueles que não se contentam com apenas um, poderão adquirir mais o livro “A produção ecológica de arroz e a reforma agrária popular” de Adalberto Floriano Greco Martins, por R$65,00, recebendo uma sacola Ecobag de brinde.

Outros livros que foram relançados durante o evento foram “A reforma empresarial da educação – Nova direita, velhas idéias” de Luiz Carlos Freitas, na Praça Santos Andrade, e o livro “Agronegócio e indústria cultural – Estratégias das empresas para a construção da hegemonia” de Ana Manuela Chã, durante a programação do dia 30, na Praça Generoso Marques. Sendo que neste último, a autora aborda as formas de atuação das empresas no campo da comunicação e cultura, utilizando análise de dados sobre as políticas culturais das empresas e a relação dessas ações com a capilaridade industrial, que dimensionam a territorialização do agronegócio no Brasil.

Quem perdeu o lançamento destas obras ainda pode adquiri-las no estande de exposição da editora Expressão Popular, que fica ao lado do palco, na Praça Santos Andrade. No local também poderão ser encontrados outros títulos publicados pela editora.


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