Economia Solidária reforça integração entre o campo e a cidade na 19° Jornada de Agroecologia

Por Guilherme Araki

Com empreendimentos de artesanato, culinária, produtos naturais, alimentos agroecológicos e de prestação de serviços, a economia solidária se fez presente na 19° Jornada de Agroecologia, em Curitiba. A Feira de Agrobiodiversidade e Economia Solidária reuniu 65 empreendimentos que trouxeram produtos para comercialização, inclusive produzido por indígenas e quilombolas.

Foram oito grupos expondo e comercializando uma grande diversidade de mudas e sementes, 25 coletivos artesanatos, roupas e itens diversos, duas bancas de livros com dezenas de títulos, nove grupos da agricultura familiar e agricultura urbana comercializando alimentos, e sete barracas da Culinária da Terra.

Fotos: Edgard Gevaerd

“A Jornada foi um grande evento de vitrine da importância dos empreendimentos, seja os do campo e os da cidade. Uma demonstração para a cidade de que outro mundo é possível, de que outra forma de viver é possível. Esse foi o grande recado, de que é possível viver sem agrotóxico, sem explorar o outro”, afirma Luis Alves Pequeno, coordenador da Rede Mandala, organização informal com 92 empreendimentos espalhados pelo Paraná.

“A gente mostra aqui neste evento, nesta forma de partilha de que podemos viver sem o caos que está aí, muito motivado pelo ser humano e pela própria ganância, em decorrência do capitalismo. Somos uma resposta a isso”, reforça.

A feira contou com uma grande diversidade de produtos. Além de empreendimentos de todas as regiões do estado do Paraná, se fizeram presentes também empreendimentos de Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

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